Jogatina Sega Brasil - Terminados 2017

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Corredor X
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Re: Jogatina Sega Brasil 2017

Mensagem por Corredor X » Qui Mai 18, 2017 10:26 pm

Tough Turf (arcade) - Tinha dado uma pausa no Lemmings para o DesafioTM (1/4 das fases já foi!) e aproveitei para dar uma passada de olho nos fliperamas procurando alguma coisa inédita. Em um dos pulos da lista, apareceu este aqui, que me chamou a atenção tanto por ser um beat 'em up quanto pelo nome, que possivelmente remete ao clááááááááássico filme Tuff Turf - O Rebelde. O jogo, uma parceria Sunsoft/Sega, é um clone descarado de Double Dragon em termos de tamanho, estrutura, visual e do que imagino ser o enredo, visto que o mesmo é inexistente. Seu personagem - um sujeito de camisa social de mangas arregaçadas e gravata - simplesmente cai de pau em todo mundo que vê pela frente, no que parece ser o exterior e então o interior de uma fábrica. Controles simples até demais: soco, chute e pulo. Chute e pulo ao mesmo tempo fazem a voadora menos eficiente que você já presenciou na vida, chute e soco juntos fazem o personagem abaixar. Na verdade, todos os golpes tem pouco alcance e são meio fracos, o negócio é pegar uma das muitas armas espalhadas pelo chão, que tem durabilidade infinita (dá até para mudar de fase com elas!) e literalmente descer o sarrafo em todo mundo. Algo curioso é que você precisa fazer o comando de abaixar para pegar as armas, ao contrário de apenas um golpe simples. A suposta fase final do jogo é a típica cobertura de mafioso bilionário, sendo que nesta aqui estão obras de arte como a Vênus de Milo e o quadro A Grande Odalisca de Ingres, por sinal uma das minhas pinturas favoritas. Você mata o suposto último chefe, liberta a suposta namorada aprisionada e então a mesma lhe dá um belo soco na cara e se revela a real última chefe. Até o plot twist é uma mistura dos de Double Dragon, que coisa. Um gameplay do mesmo para sentirem o drama:


https://www.youtube.com/watch?v=SVFrKO0ltB8
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Gigacom
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Re: Jogatina Sega Brasil 2017

Mensagem por Gigacom » Sex Mai 19, 2017 12:07 am

Boto fé que o cara tava pegando a mina no trabalho , dai descobriu que ela era um homi quando viu que os pentelhos dela eram tão grossos quanto dele. Daí vem o titulo do game: Tufos Grossos. Então ele falou: mano, vou te matar e quebrar geral.
Daí o dono da empresa chamou os seguranças para segurar o cara.
Mas a furia era maior.
Daí se descobre que o dono da empresa pegava essa muie que é homeme. E prende ele para que o bicho não solte a lingua para a esposa.
Só que aí chega o cara que tava pegando o travesti, desce o sarrafo no dono da empresa e por fim mata o traveco.

Fim de historia.

Aplausos.

Até a próxima!
Em terra de olho, quem tem cego... não, péra...

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Re: Jogatina Sega Brasil 2017

Mensagem por Corredor X » Dom Mai 21, 2017 10:41 pm

Adventure (Atari) - porque sim.

H.E.R.O. (Atari) - um dos designs de jogo mais elegantes da história; a falta de prática me limitou a pouco menos de 50.000 pontos.

Burning Fight(arcade) - um joguete de Neo Geo que queria muito, quase na esfera do plágio, ser Final Fight; passa longe, mas entretém brevemente.
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Corredor X
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Re: Jogatina Sega Brasil 2017

Mensagem por Corredor X » Ter Mai 23, 2017 8:08 pm

Söldner-X: Himmelsstürmer (PS3) - há literais anos ele estava no HD do console esperando ser jogado. Um delírio em termos de jogabilidade, visual (dá para ficar meio alterado jogando), dificuldade e quantidade de inimigos, um troço espetacular mesmo.
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Corredor X
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Re: Jogatina Sega Brasil 2017

Mensagem por Corredor X » Dom Mai 28, 2017 11:22 pm

Manic Miner (GBA)

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Portáteis e suas telas infotograváveis.

Eu agradeço não ter conhecido Manic Miner de ZX Spectrum/MSX quando era garoto. Eu tenho total certeza de que eu teria ficado obcecado com o mesmo (e também com a sequência, Jet Set Willy), passaria diversas noites em claro tentando terminar o sujeito, coisa que não conseguiria na época - hoje em dia eu não consigo, imagina naquele tempo. A razão disso é que o jogo, feito por um então garoto de 17 anos trancado em seu quarto por seis semanas, é uma obra-prima em termos de simplicidade, jogabilidade e programação (foi o primeiro jogo do Speccy a ter uma trilha sonora), mas é DESGRAÇADAMENTE difícil. São 20 estágios, com tempo curto, número limitado de vidas e sem continues, com aquele estilo de gameplay que te obriga a ser preciso na maioria quase o tempo todo, ir e voltar a fase toda e principalmente não errar. Ainda assim, quando descobri o jogo alguns anos atrás, tentando diminuir um pouco a minha ignorância do mercado europeu de jogos - no qual ele é um marco - eu fiquei fascinado por ele. Entretanto, como disse antes, não chego nem perto de terminá-lo, no máximo chego à metade dele.

Algumas semanas atrás descobri que o jogo tinha um port para o GBA, não surpreendentemente exclusivo europeu, do qual nunca ouvira falar. Além de uma revamp gráfico estilo Super Mario All-Stars, o jogo tem um diferencial interessante: passwords. Ainda assim, as mesmas não tiram totalmente o desafio do jogo, pois só são fornecidas a cada três estágios, além de diminuírem progressivamente as vidas oferecidas. Git gud total...

A história do jogo revolve em torno de Willy, um mineiro que encontrou uma série de cavernas repletas de criaturas estranhas, que vão de pinguins a telefones e vasos sanitários assassinos, e cujo final supostamente guarda um incrível tesouro. Além de precisar pegar os itens brilhantes de cada fase, o explorador ainda precisa agir rapidamente, pois sua reserva de oxigênio acaba aos poucos. A versão GBA preserva a mesma jogabilidade das versões de micro, no qual um errinho besta te fazer perder vida(s) brincando. Alguns pulos precisam ser de lugares exatos, os inimigos precisam estar em certa formação para que você possa passar e por aí vai. Mesmo com as passwords, demorei um bocado para terminar o sujeito. Mas satisfiz minha sanha de vencê-lo, o que é ótimo.

Um detalhe curioso: o criador do jogo, após o sucesso de seus primeiros títulos, simplesmente abandonou a indústria e desapareceu por um bom tempo...
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Corredor X
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Re: Jogatina Sega Brasil 2017

Mensagem por Corredor X » Seg Jun 05, 2017 10:44 pm

Castlevania: Circle of the Moon (GBA): meus amigos, se estou nessa vida de portáteis é para jogar Zelda, Mega Man, Mario, Phantasy Star Final Fantasy, Metroid e também Castlevania, então mais um foi devidamente degustado. Joguinho fino, o primeiro real sucessor de Symphony of the Night (ainda que um tanto simplificado em relação à aventura do Alucard) e que infelizmente não faz mais parte da cronologia, mesmo encaixando direitinho na mesma ao acontecer provavelmente um pouco antes do Order of Ecclesia. Diz o IGA que não é frescura dele, que coincidentemente não produziu este aqui, mas vá saber. Aqui controlamos Nathan, um jovem que ganhou de seu mestre o "chicote sagrado" (que não é chamado aqui pelo nome, curiosamente) mas que não é um Belmont, contribuindo ainda mais para situar o jogo no período de afastamento da família do velho negócio de matar Drácula. O vampirão, por sinal, é ressuscitado mais cedo por uma simpatizante e Nathan precisa resolver a parada, além de salvar seu mestre e também lidar com o ciúme do filho deste, que se julga mais digno para usar o chicote.

O jogo é sensivelmente mais curto que o antecessor 2D, mas a escassez/posicionamento de salas de salvamento e teleportes vai te fazer andar um pouquinho mais do que o previsto. Junte-se a isso o fato de que os itens de cura são muuuuuuito raros e ineficientes, ainda periga algumas viagens não-planejadas aos savepoints para recuperar energia e também alguns game overs ocasionais que te fazem voltar um bocado. É curioso também observar que o jogo tem uma influência ainda maior de Super Metroid do que o anterior, como o wall jump deixa bem claro. Além do chicote e das sub-armas tradicionais, Nathan conta com o poder de cartas encontradas aleatoriamente pelo castelo. Elas precisam ser combinadas duas a duas para fazer efeito, sendo que o mesmo não é descrito de cara pelo jogo, você precisa realizar a "ação" das mesmas para descobrir o que fazem realmente. No caso de efeitos que alteram o alcance ou poder do chicote isso é rápido e óbvio, mas certos poderes exigem comandos de direcional não muito usuais (meia lua para CIMA com golpe!) e certamente vão puxar pela tentativa e erro ou um guia.

Os chefes em si não são absurdamente difíceis assim que se pega os comportamentos, mas são EXTREMAMENTE demorados para serem mortos pelo pouco dano que o Nathan realiza. Uma maneira de contornar isso é sempre estar com a cruz como sub-arma - aliás, não há motivo nenhum para usar qualquer outra o jogo inteiro - e usar a conhecida tática de calcular a distância percorrida pela mesma, deixar o inimigo bem no limite da trajetória e fazê-lo receber vários hits pela permanência da cruz sobre ele. Isso vale até mesmo para a primeira forma do Drácula, o mesmo teleportador de costume. Aí, vem a segunda forma, um demônio gigante, que subverte a minha declaração acima e se torna o inimigo mais roubado do jogo. Seus primeiros ataques são até tranquilos, mas ao perder coisa de metade da energia, ele começa a dar uns dashs por toda a tela que matam com um reles golpe. Só dá para desviar deles pulando até o limite do teto, seguidas vezes, e você precisa alternar isso com as tentativas de acertar o "núcleo" do sujeito entre cada uma das investidas. É muuuuuuito demorado, mesmo com a cruz. Depois de várias mortes, fui pesquisar e descobri que aparentemente só existe uma maneira de matá-lo sem você perder o dia inteiro, que é usando um ataque combinado das cartas. Aliás, eu gastei mais tempo tentando achar as tais cartas específicas procurando e matando repetidamente determinados inimigos (que tem 1% de liberá-las) do que efetivamente derrotando o Drácula com ajuda delas...

Mesmo com um deslize ou outro, um bom título da franquia.
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Re: Jogatina Sega Brasil 2017

Mensagem por Scrivani » Seg Jun 05, 2017 11:05 pm

Scrivani escreveu:
Corredor X escreveu:Eita, achei um fã desse jogo! O DC também tem um controle especial para ele?
Fala X Runner, tem sim o controle, inclusive terei em breve, está em mãos com um amigo, só falta tempo dele me trazer, porque ele quer ver funcionando.

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Corredor/Pessoal,

Dias atrás chegou o controle, faz tempo que eu tava procurando pra comprar, e acabei ganhando de presente de um amigo

Muito bem construído, os comandos tem degraus, como o de mudança de marcha, que impõem resistência em cada troca. O comando de freio tmb muda gradativo com resistência, mas para ir para o nível de freio de emergência, ele vai continuo sem impedir, muito show
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Re: Jogatina Sega Brasil 2017

Mensagem por Odin » Seg Jun 05, 2017 11:20 pm

Que controle maneiro, eu sou louco para ter a versão de N64, que tenho o cartucho, só me falta o controle :cry:

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Conheço essa franquia do Densha Go a pouco tempo, a alguns meses o GuiLobato tinha postado um vídeo desse jogo e fiquei curioso, e ele me disse que tinha o jogo, e meses depois botou ele para vender, e acabei comprando ele :lol:
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Corredor X
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Re: Jogatina Sega Brasil 2017

Mensagem por Corredor X » Ter Jun 06, 2017 10:33 am

Scrivani escreveu:
Seg Jun 05, 2017 11:05 pm
Corredor/Pessoal,

Dias atrás chegou o controle, faz tempo que eu tava procurando pra comprar, e acabei ganhando de presente de um amigo
Que controle doido! :eek: Parabéns pela aquisição e também pelo amigo, não tem coisa melhor que ser surpreendido em umas coisas assim quando se é colecionador :mrgreen:
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Re: Jogatina Sega Brasil 2017

Mensagem por DMN_Sonic » Qui Jun 15, 2017 10:16 pm

King's Field US [PS1]

Graças ao Gate e o Odin eu fui mexer de novo no PS2 e fuçando em vários esquemas que havia descoberto anteriormente lembrei da possibilidade de jogar games de PS1. Lembro de ter usado o Macete para jogar um dos RPGs mais desafiantes da minha vida que foi o supracitado que só conheci por causa do Dark Souls.
Na verdade King's Field já havia passado duas vezes na minha vida e nem sabia. Uma delas foi quando eu ainda estava nos primeiros anos de coleção e na loja que comprava vários jogos apareceu esse jogo em longbox do PS1 pra comprar, tinha até perguntado o quanto queria e era 100 reais... Achei caro e não comprei, que vacilão eu fui...
A outra vez foi quando em meio a uns games piratas mídia prata que havia pego emprestado tinha o Shadow Tower, outra serie derivante dessa, joguei e achei bem legal e difícil. Aliás, acho que vai ser o próximo da lista...

Quando comecei a jogar Dark Souls depois de um tempo fui ler sobre a produção do jogo e tal e falava que vinha de Demon Souls e que desse por sua vez era um sucessor espiritual de King's Field. Ai você pensa "nossa, um Dark Souls de PS1! Deve ser da hora!". Aí você se depara com um game lento de primeira pessoa e que pra dar uma porrada demora pra caramba e você pensa, no que se parece com a série Souls?

Em muita coisa, de começo só parece um RPG velho que envelheceu muito mal mas depois que você roda um pouco ele, aprende a lutar e se recuperar as coisas mudam e a cada avanço você descobre que ele se parece mais com Souls do que pensa. Veja esses detalhes:

Correr - sim, aqui você pode mas assim como Souls você perde estamina e dessa forma você vai golpear mais fraco ou nem vai poder.
Golpear - cada arma tem um estilo, alcance e animação diferentes e todas elas gastam a sua estamina.
Magias - assim como o Demon Souls come MP e usa uma estamina de magia que só deixa usar a magia se estiver cheia.
Clima - o jogo é todo escuro e tenso, deixando você bem perdido e preocupado com o que vem por ai.
Portas secretas - está cheio delas e no mesmo esquema Souls mas aqui você aperta o X ao invés de golpear, não obstante tem até item escondido em buraco secreto na parede!
Monstros apelões - sim, aqui uma caveira te mata com um ou dois golpes no começo.

E não para por aí, o grinding é absurdo e necessário assim como Souls tem. Os itens apesar de serem quase todos encontrados pelo jogo outros só comprando por quantias absurdas, o que faz você vender nem o que pode pra adquirir e poe aí vai.

O jogo é seco, não te informa nada, nem o que fazer e nem praonde ir. Você decide o que fazer e é isso que mais pressiona o jogador. Você roda por um monte de lugar e quando finalmente acha uma chave ou item tem que voltar tudo pra poder ver no que dá e tudo com o medo de morrer à toa pela chuva de inimigos e armadilhas que o jogo te reserva.

A Loré do jogo também é oculta, o que se sabe é que seu nome é Alexander e você foi pra ilha pra encontrar a Moonlight Sword e devolver ao seu reino e só, tudo se descobre conversando muito com os NPCs, aqui mais um detalhe de Souls, um NPC pode ter três, quatro e até mais falas se você insistir na conversa e você debe insistir, tornando esse jogo quase impossível de zerar se for em japonês sem um walkthrough.

No fim depois de muita habilidade e jogatina você zera e dá um vazio enorme, ainda mais sabendo que a Moonlight Sword é o final do jogo e apesar de poder pegar ela antes de matar o Kalam... Ops, Guyra não vai servir de nada pois já está no final do jogo.

Depois desse apaixonado review vamos às fotos:
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Esse seria o set final do jogo. Todo o set final do Seath e a Dark Slater que Duz ser a única capaz de derrotar o Guyra.


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Esse é o Guyra, o boss final do jogo. Coincidência ou não ele parece o Kalameet, boss secreto e ultra apelão do DLC de Dark Souls.
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Depois de passar um belo sufoco vem isso:
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As espadas se cruzam e mostra depois as magias maia fortes do jogo, seguem os textos

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E os créditos

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Essa imagem final é bem bonita, ela fica num quadro na casa de uma velhinha e tem uma informação vital nela pra avançar no jogo. Aqui ficou mais mesmo de memória dos grandes guerreiros elfos que lutaram na ilha contra o mal.
Uma imagem um pouco mais limpa:
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É isso ae galera, esse aqui na verdade é o segundo jogo da série mas o primeiro ocidental, uma confusão similar ao Final Fantasy onde enumeraram o jogo conforme o lançamento em cada país, ficando discrepante. Porém foi nesse que saíram as maiores idéias da Saga Souls e com certeza vale à jogatina, se você aguentar todos is bugs, gráficos poligonais básicos e jogabilidade travada vai achar um grande jogo por debaixo dele!

Agora ou eu jogo o primeiro Japa (devidamente traduzido lógico...) ou o Shadow Tower que é tão FDP quanto!

Um adendo interessante é que o primeiro jogo, o original japonês foi o 17° jogo para PS1, isso com 13 dias do console lançado, então é raro só de existir esse jogo!

Sobre os King's Field II US (3 JP) ele é bom, mas descaracteriza muito dos antecessores e não traz a mesma sensação. O ultimo da saga, o Ancient City (ou 4 JP) parece ser um bom jogo mas consegue ter a jogabilidade mais travada ainda que os anteriores,deixando o jogo bem chato.

Essa serie de jogos é bem cara e difícil de colecionar por ser um titulo obscuro. Em 2007 a From Software lançou um box com todos os jogos principais comemorando os 20 anos do jogo,mas custa um rim quando se acha:
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Notem a fonte escrita "Dark Side Box" parece de qual jogo??? Hhmmmmm...

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Re: Jogatina Sega Brasil 2017

Mensagem por Corredor X » Seg Jun 19, 2017 11:17 pm

Megaman ZX Advent (NDS): embora tenha gostado mais deste do que o antecessor, frequentemente referenciado na história, ainda não é o jogo que eu esperava que fosse. Além de não ser tão envolvente quanto a série original, ele acaba falhando um pouco na tentativa de ser um Megamavania (sic) por só dar uma leve impressão de liberdade de escolha; basicamente o jogo ainda te amarra num caminho bem linear/óbvio e que, pelo menos no meu caso, não te estimula tanto a explorar e pegar a totalidade dos itens. Quase deixei um subtank para trás, sério mesmo, imagina ficar indo e voltando para pegar disquinhos e cumprir missões (que pelo menos aqui várias podem ser feitas simultaneamente, um alívio em relação à versão anterior).

Acho que parte da culpa disso é do formato das fases. Mesmo com todas elas tendo geralmente quatro subdivisões com pontos de teleporte distintos, no início do jogo você acaba repetindo-as algumas vezes por morrer e precisar voltar tudo até último ponto de salvamento. Mesmo com as fases curtas, pela estrutura do jogo fica meio chato. Depois de alguns poucos upgrades a coisa se acerta e fica só repetitivo, quando você percebe que o esquemão é quase todo igual. Quatro estágios, chefe, salvar teleporte, quatro estágios, chefe, salvar, teleporte... Aliás, acho que este aqui bate o recorde de chefes em um MM, você assume umas 13 novas formas deles! E quando digo assumir a forma, é literal, você se torna o personagem derrotado, não apenas copia as habilidades deles. Pena que só acaba usando efetivamente umas três ou quatro delas, principalmente a forma padrão e uma que remete ao jogo anterior, mesmo nos chefes com fraquezas específicas contra elementos. Isso se dá porque a maioria dos chefes mal se move direito quando controlado pelo jogador, sendo úteis exclusivamente úteis para usar uma habilidade específica, como quebrar blocos ou subir em cabos. Um dos chefes tem uma das habilidades mais legais do jogo, que é desacelerar o tempo, mas ele não consegue se mover fora da água, então é mudar para ele, usar a habilidade e então voltar para a forma anterior, possivelmente uma das quatro supracitadas...

Descontado o tal início, ele é sensivelmente mais fácil do que o ZX. A fase final é um bom exemplo disso, bem mais leve do que a pauleira do anterior e seu chefe final chato pra caramba. Preciso comentar, entretanto, que levei um game over graças a um estágio de plataforma cheio de espinhos e bem cascudo que resolveram colocar entre o confronto com os chefes ressuscitados na sequência e o chefão, que coisa. Novamente, essa vertente da franquia se configura como a que provavelmente mais se faça necessário se estocar vidas, por conta de umas coisas assim.

Legalzinho, embora repetitivo. Mas ainda não o X que eu queria :|

DMN_Sonic escreveu:
Qui Jun 15, 2017 10:16 pm
Depois de passar um belo sufoco vem isso:
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CORRALINDA! Essa bichinha é um espetáculo em toda encarnação, principalmente para os magos - fui atrás delas em todos os Souls para as minhas meninas e valeu a pena demais. O engraçado é justamente isso aqui...
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... visto que em DS1 essa espada é literalmente o rabo dele :lol:
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Re: Jogatina Sega Brasil 2017

Mensagem por DMN_Sonic » Ter Jun 20, 2017 12:35 am

Pois é cara, explorando os jogos da From de antes você vê que a serie Souls é um produto bem maduro e trabalhado pelo tempo, como um whisky ou vinho.

Estou jogando um pouquinho de cada, depois que se acostuma com o bizarro formato de jogo que é King's Field você encara coisas loucas e Shadow Tower é o cúmulo da apelação.
Os elementos de Souls moram aqui. Peso do equipamento e itens, equipamento quebra, poucos NPCs, clima sombrio quase mórbido, NPCs bem pilantras (Patches lhe manda um Oi), pra subir de Level usa algo chamado Souls e por ai vai.
O que apela? O equipamento quebra muito fácil, só conserta em um NPC que usa seu HP, isso mesmo, pra consertar. Ou seja, se você não tiver HP suficiente não conserta e se consertar tudo fica sem HP. E ah, assistindo a intro do jogo me aparece isso:
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É mole???

Agora estou alternando entre o King's Field 2 US, Shadow Tower e o impressionante Shadow Tower Abyss de PS2. Excelente jogo:

https://youtu.be/1p29jS7Xj9Q

É estranho e bom pois é como se alguém do nosso tempo caísse na Shadow Tower e tem esse embate de ter que aprender a usar coisas medievais. Destaque para a mutilação que pode fazer nos monstros.

O próximo game que já joguei mas irei voltar a jogar é Evergrace, um RPG pra lá de inusitado e também da From. Estou em busca das raízes de Souls e estou achando!

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Re: Jogatina Sega Brasil 2017

Mensagem por ReynaldoSC » Qui Jun 22, 2017 10:26 am

Legal o tópico. São tantas opções que e difícil priorizar, mas este ano e o ano dos Shoot'em ups.... e um dos meus estilos preferidos.
Lightening Force, Thunder Force 3, Hellfire, Curse, Eliminate Down, Gley Lancer..... show....em breve posto videos. Abs

Corredor X
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Re: Jogatina Sega Brasil 2017

Mensagem por Corredor X » Dom Jun 25, 2017 5:51 pm

Castlevania: Harmony of Dissonance (GBA) - este rapaz aqui eu joguei e terminei muitos anos atrás, em uma versão arcaica do NoCa$hGBA. Curiosamente, não guardava muitas lembranças do mesmo, a não ser da sidequest de colecionar mobílias pelo castelo para decorar uma sala vazia que o protagonista encontra. Na época, achei isso uma tremenda bobagem, mas hoje em dia entendo perfeitamente o hobby do nosso amigo. Minha falta de demais recordações do jogo não tem a ver com o fato dele não ser memorável, no entanto, já que ele é um Castlevania até bem clássico.

Cronologicamente falando, ele se situa na metade do período entre Castlevania II: Simon's Quest e Rondo of Blood, um período no qual teoricamente não deveria acontecer uma ressurreição de Drácula. Entretanto, o enredo resgata uma das ideias principais do jogo do NES para justificar o aparecimento do Castlevania por aqueles dias. O protagonista é Justin, que embora tenha um quê de Alucard é um legítimo Belmont, portador de chicote e tudo. Seu melhor amigo e companheiro de treinamento, Maxim, ressurge após um afastamento de dois anos ao mesmo tempo em que Lydia, uma amiga de infância de ambos, desaparece. Com a memória comprometida, Maxim leva Justin até um estranho castelo não-mapeado, no qual tem vagas lembranças de ter visto Lydia pela última vez... E sabemos bem até onde isso nos leva.

Em termos de jogabilidade, ele é muito mais próximo de SotN do que o antecessor, Circle of the Moon; é quase uma versão pocket (com o perdão do trocadilho com a plataforma) do mesmo, inclusive com uma nova dinâmica de dois castelos. Em relação aos poderes do personagem, os ataques mágicos foram bem simplificados em relação às trocentas combinações de duas cartas de CotM. Aqui, temos livros de magia que podem ser combinados com as tradicionais sub-armas da série (faca, água benta, cruz etc.), resultando em diversos item crash que gastam MP e são muito eficientes. Mesmo se você for como eu e só usar a cruz (isso em QUALQUER jogo da série), ainda vai estar bem servido de especiais. Ainda melhor: aqui não apenas podemos ligar e desligar a qualquer momento os especiais, mas também a uma rápida combinação de botões pode-se trocar o livro de magia em questão. Comparado com a chatice que era pausar, entrar em um novo menu, escolher uma nova combinação de cartas, sair do menu e então despausar do anterior, é algo bem mais prático.

A única crítica que tenho é em relação à dificuldade do mesmo: ela é baixíssima. Na maior parte do tempo ele tem o ritmo de um Castlevania normal, hordas de inimigos impedindo sua exploração do castelo. Geralmente, isso é quebrado pelo desafio dos chefes, mas a quase totalidade deles - só tiro da reta o penúltimo, que oferece algum desafio - são moles e rápidos de serem mortos. Em contraste com CotM, que tinha chefes demorados, com um monte de ataques letais e cuja única maneira de matá-los em um tempo satisfatório era abusando da cruz, temos aqui um bando de inimigos com uns dois ou três ataques previsíveis, lentos pra caramba e que caem bem rápido, mesmo que só use as chicotadas. Com as magias e armas especiais então... De certa forma, isso lembra como eram os inimigos dos jogos da série ainda nos oito bits e um pouco no PCE/PS1; não chega a ser decepcionante, mas a sensação de "uai, já?" é meio recorrente.

Mesmo com a facilidade dos chefes, é um que vale a pena ser jogado e explorado :mrgreen:
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Corredor X
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Re: Jogatina Sega Brasil 2017

Mensagem por Corredor X » Seg Jun 26, 2017 10:19 am

Yellow (Android): um jogo-conceito, curtinho (dá para terminar em cerca de meia hora) mas muito interessante. São cinquenta fases e o objetivo de todas é o mesmo, deixar a tela toda amarela. No início a coisa é fácil, bastando clicar no lugar certo ou encaixar peças aqui e ali. Com o passar do tempo, vai ficando bem mais complicado, exigindo pensar fora de caixa e explorar não só alguns tipos de lógica lateral como alguns recursos inesperados do próprio telefone. Muito recomendado!
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Trancado