#todosossucessosdomaster - zeraremos tudo em 2016/2017/2018?

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Jair
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Re: #todosossucessosdomaster - zeraremos tudo em 2016/2017?

Mensagem por Jair » Ter Dez 12, 2017 4:19 am

Pergunta número 157 que um dia será respondida pelo presidente da TT com certeza.

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Re: #todosossucessosdomaster - zeraremos tudo em 2016/2017?

Mensagem por Jair » Ter Dez 12, 2017 6:01 am

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(Sim eu terminei a versão não 3-D antes, por engano)

A ideia da SEGA em converter jogos famosos do fliperama para versões "3-D" do Master System nos permitiu ter situações meio bizarras onde temos duas versões diferentes do mesmo jogo para o aparelho: Space Harrier e OutRun por exemplo passaram por isso. Infelizmente as versão tridimensionais são piores, provavelmente relacionado as limitadas capacidades do acessório do que aos times de desenvolvimento que trabalharam nesses jogos. Mesmo assim fico imaginando o que mais a SEGA teria planejado para os óculos 3-D, e que não foi ao menos anunciado (Hang-On? Thunder Blade?).

Space Harrier é e sempre um será um clássico super conhecido da SEGA, mas mesmo gostando bastante do original (e até da outra conversão para SMS), essa versão 3-D testa e muito a paciência.

O problema é a baixa taxa de frames do jogo, que faz com o que os tiros dos inimigos estejam lá no horizonte e 2 frames depois estejam literalmente em cima da sua cabeça. O mesmo acontece com obstáculos indestrutíveis que teimam insistentemente em aparecer em diversos níveis e que são muito, muito chatos.

Gráficos: Coloridos, apesar de nessa versão abusarem dos tons escuros. Sprites grandes ajudam a trazer uma baita confusão na tela, fazendo com que muitas vezes não consigamos distinguir o que é tiro, inimigo ou obstáculo.

Som: Ponto forte do jogo. Aproveite o Sound test pra não ter que jogá-lo.

Controles: São bons, Harrier responde bem.

Vale lembrar que essa versão não é uma conversão direta do fliperama, e sim meio que uma continuação.

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Re: #todosossucessosdomaster - zeraremos tudo em 2016/2017?

Mensagem por Corredor X » Ter Dez 12, 2017 10:56 am

Muito bom, meninos! :mrgreen: Estamos quase lá:

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Melanogaster escreveu:
Ter Dez 12, 2017 3:41 am
Vai saber; mais uma de tantas perguntas que o Stefano Arnhold talvez pudesse elucidar um dia.
Jair escreveu:
Ter Dez 12, 2017 4:19 am
Pergunta número 157 que um dia será respondida pelo presidente da TT com certeza.
É a pergunta 32 do lote. Sério.
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Re: #todosossucessosdomaster - zeraremos tudo em 2016/2017?

Mensagem por Jair » Ter Dez 12, 2017 6:46 pm

Vale lembrar que space harrier 3d tem continues escondidos, sem eles nunca terminaria essa bagaça.

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Re: #todosossucessosdomaster - zeraremos tudo em 2016/2017?

Mensagem por Corredor X » Ter Dez 12, 2017 8:08 pm

Superman The Man of Steel

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Desculpa, Kal, mas quem merecia esse beijo era o jogador que suportou essa bomba até aqui.

Se você já conversou meia hora comigo, existe uma grande possibilidade de saber que eu sou fascinado por histórias em quadrinhos, que são tanto meu hobby quanto ganha-pão. Mais provável ainda é saber a minha adoração pelo Super-Homem, não só o (primeiro e) maior super-herói quanto também uma figura importantíssima para a comunicação de massa. Não dá para conceber o mundo de hoje sem que o impacto daquele S e de todos os conceitos por trás dele seja levado em consideração, tanto pelas possibilidades de histórias abertas e inspiradas pelo personagem nos últimos 79 anos como também pelo que ele representa. Entretanto, isso é assunto para várias meias-horas e quem quiser me ouvir falando mais a respeito é só sentar comigo em boteco qualquer dia desses - ou comprar meus livros :P

Entretanto, existe um campo espinhoso para o azulão e este são os videogames baseados nas histórias dele. Jogos baseados em franquias de heróis nos tempos idos, embora ainda ganhem de lavada no quesito qualidade dos inspirados pelo cinema, são geralmente uma loteria. Veja o Batman, por exemplo: apesar dos tropeços, temos um considerável número de bons títulos baseados no Morcego mesmo antes da consagração do mesmo nos Arkham da geração passada. Já o Super não teve tanta sorte assim... Desde o incompreendido jogo do Atari, passando pelo estranho SD do Famicom, o regular beat'em up do SNES e o universalmente odiado de Ni***ndo 64, não existe aqueeeeeele jogo do personagem que dê gosto no fim das contas, que entre na maioria das listas dos celebrados, que seja assunto de discussões nostálgicas e tal.

Muito provavelmente, isso tem a ver com os próprios limites impostos ao personagem. Pensa comigo, o Kal-El é praticamente uma divindade: quase invencível, a criatura mais forte do planeta, muito rápido, voa, solta raios de calor pelos olhos, sopro gélido etc. Aí, das duas uma - ou você faz um jogo tipo Dragon Ball Z ou Bastard!! no qual todo mundo é poderoso pra cacete e muda a geografia da região quando cai na porrada ou então você reduz drasticamente o poder do protagonista para não ficar sem graça. Na minha humilde opinião, é aqui que mora o problema com o azulão, pois é justamente o que fazem com ele. Desde os tempos de Justice League Task Force (conhecido como "aquele jogo que só o Corredor X gosta") e de forma muito mais interessante nos atuais Injustice, acaba sendo uma muleta de roteiro para a coisa não ficar desproporcionada. Ainda assim, a sensação é que não sabem muito bem o que fazer com ele, o que parece ser o mote-chave deste The Man of Steel.

O objetivo do jogo é tentar chegar ao próximo item que dá energia sem morrer. A capa diz alguma coisa sobre o Brainiac ter raptado a Lois Lane, mas isso nem importa tanto; o maior desafio do título é perder a menor quantidade de energia até poder recuperá-la e assim seguir adiante. Nos quadrinhos, o Super só pode ser realmente ferido por kriptonita ou magia, então tudo leva a crer que cada elemento do jogo é feito de kriptonita mágica. Sério mesmo, o herói perde energia demais por conta de QUALQUER COISA. Com alguns minutos de jogo, você percebe que o maior responsável por este dano não são os ataques dos inimigos (a maioria fica até bem paradinha e comportada até), mas sim o fato de você nunca conseguir deixar de encostar neles, o que tira mais energia do que levar um tiro ou coisa do tipo! Um dos poucos poderes nativos e restantes do Homem de Aço (mais sobre eles abaixo; se não tiver um teaser desses não é um texto meu, correto?) é a velocidade, quase tão absurda quanto a do Flash no título homônimo. Como o chão é aparentemente feito de geleia e os controles são folgadões, parar o personagem antes que ele se choque com qualquer coisa é uma odisseia.

Sobre os controles: já começam errado por conta dos botões invertidos, algo que eu amo de paixão como todo mundo sabe. Além do Super se movimentar como se estivesse patinando, ele pode dar uns soquinhos mixurucas e sem alcance (são preciso VÁRIOS para matar qualquer coisa), pular e também voar. Meus caros, quando O PRÓPRIO MANUAL do jogo diz que "pode ser que você ache que voar é difícil e precise treinar antes", qual a possibilidade de ser um poder que vai te salvar de muitos apuros? Pois é, baixa assim. Além de não deixar que o Super-Homem caia em buracos (o que seria meio besta mesmo), você simplesmente pode pular e segurar o botão para que o mesmo saia planando por aí. Tenho certeza de que a primeira coisa que você vai tentar fazer é sair voando loucamente pela fase - eu tentei, acredite. Pena que sua alegria não dura dois segundos, visto que sempre tem um canhão contínuo de kriptonita ou algum inimigo voador para te tirar energia de forma tão abrupta quanto na sua corrida normal, então o jeito é ir na maciota, devagar, quase na base dos toquinhos no direcional e olhe lá. Para incentivar ir com calma no jogo, temos o fato de que você só tem uma vida (Shadow of the Beast?), um continue e só consegue mais continues a cada 100.000 pontos.

Os demais poderes do Super vem de itens recolhidos. Além do símbolo vermelho que dá energia (os tais que eu considero os verdadeiros objetivos parciais de fase), temos um item azul que pode ter fornecer - aleatoriamente? - dois poderes, visão de calor e um super-soco. Este último é relativamente útil, principalmente para se matar de forma menos tediosa os chefes, sendo usado segurando o botão de soco. Já a visão merecia um troféu Darwin Awards... Ela em tese é ótima, acerta os inimigos de longe e deve tirar mais energia que os soquinhos normais, mas tem um detalhezinho: ela só funciona quando o Super pula ou está voando. Em ambas as situações, o controle do personagem é precário, fora que é quase impossível de se acertar qualquer coisa! A quase totalidade dos inimigos exige que você abaixe para acertá-los (outra coisa que eu detesto em qualquer jogo), logo qual a utilidade dos raios que só podem ser usados ao pular? Quando se voa a coisa consegue ser pior; em teoria, eu imagino que os programadores do jogo pensaram que a gente usaria o poder para acertar canhões, laser, inimigos voadores e tal à distância. Só que o comando do voo é tão impreciso que, até você se alinhar com o inimigo em questão para conseguir acertá-lo, você já levou um tiro do mesmo ou ele já se chocou contra você. A cereja do bolo: a duração dos dois poderes é limitada e bem curta :roll:

Então, temos um jogo com uma vida e um continue, inimigos difíceis de serem acertados, que exigem na maioria das vezes que você abaixe para atingi-los, uma alta probabilidade de se tomar dano por qualquer coisa e poderes limitados pelo tempo. O que isso nos diz? Basicamente, que é melhor você desviar de tudo o que puder e tentar chegar ao chefe de fase o mais rápido possível. O jogo é bem curto, com apenas cinco fases, e dá para terminá-lo em uns 15 ou 20 minutos. Certamente isso não vai acontecer, no entanto, porque imagino que quase todo mundo desligue o jogo após o segundo game over e vá fazer algo mais interessante da vida, como também deve acontecer com Asterix and the Great Rescue. A exemplo deste último, é o tipo de jogo que só insisti por conta do Desafio, senão... A exemplo dele também a energia não se renova entre as fases, super legal isso. A dificuldade padrão, aliás, é o Easy. Eu terminei o jogo no normal e a única diferença que notei é os chefes precisarem de mais uns poucos golpes para serem mortos. Fora isso, o jogo é idêntico e ruim de qualquer maneira. Eu já tinha tentando o mesmo antes e desistido. Morri várias vezes em todas as fases e levei dias para conseguir levar isto até o fim :roll:

Um breve breakdown dos estágios, só para sentirem o drama da coisa. O Super começa nos telhados de Metrópolis, desviando de canhões e malfeitores. Lembra mais um E-SWAT ou Spider-Man do que tudo, por sinal. Depois de não morrer desviando de pessoas em jetpacks, uns cabras abaixados mandando granadas de kriptonita e canhões, você chega à segunda parte do estágio, que me faz lembrar do jogo do Aranha para o Atari (tundurundundundun tundurundundundun...), no qual você precisa voar prédio acima de pessoas jogando... panelas(?) no herói. Lá em cima, você enfrenta um dos poucos vilões reconhecíveis do jogo, o Galhofeiro(!). A batalha contra ele é um reflexo de todos os outros chefes do jogo: ele solta um ataque, parando para fazê-lo, você vai lá e ataca o quando der (ou usa o super-soco, se o tiver), daí você foge antes dele se mexer, espera atacar de novo e repete. Tudo isso e tentando com muito esforço não se chocar contra o adversário ao correr para não perder aquele tantão de energia citado anteriormente. Lembrando que o chão parece deslizar e o alcance do soco é ridículo, boa sorte com isso.

A segunda fase se passa em uma base subterrânea na qual é necessário derrubar (leeeeentameeeeente...) algumas paredes para continuar. O lugar está repleto de pequenos robôs - um deles lembra o Metal Gear Mk. II de Snatcher - e canhões cujo dom parece ser matar o Super em segundos. Novamente, corra como louco atrás dos itens de cura tentando não morrer. Duas mocinhas que lembram a protagonista de Halloween do Atari (aliás, esse jogo me deixou com muita vontade de jogar Atari, toda hora lembro dele!) estão presas no meio do caminho, passando por elas você liberta as mesmas. No final, uma batalha contra Metallia(!!). Diz o manual que é uma mulher, mas em todos esses anos nessa indústria vital eu não me lembro de uma versão feminina do Metallo, então chuto que possa ser um erro de tradução. Mesma estratégia do Galhofeiro, com a diferença que ela/ele é mais espertinho.

A terceira fase... :roll: Ela começa com o Super voando dentro de um metrô, desviando de bolas de fogo teleguiadas e pegando itens de energia. Por várias vezes tentei ir devagar aqui, já que é necessário desviar das bombas. Após muitos minutos de tédio e repetição, consultei um vídeo no YouTube (como o fiz diversas vezes, muito útil para entender essa porqueira) e percebi que, além de desviar das desgraças no caminho, você ainda precisa alcançara a porcaria do trem! :| Segredinho que espero que nunca usem, já que não desejo para ninguém jogar esse treco: quando estiver com a energia cheia, vá para a parte de cima de tela e segura para a direita para acelerar, rapidinho você chega no trem. Aí, pior do que está fica... O teto do mesmo é baixo, não dá para pular sobre os adversários, canhões com tiros teleguiados ficam passeando no teto e o Senhor Mxyzptlk fica jogando bombas das janelas. Só coisa fina, deve ter sido aqui a maior quantidade de mortes das minhas tentativas. No final do trem, lá está Metallo/Metallia todo pimpão, fazendo os mesmos ataques da fase anterior, mas com a diferença de que as ameaças do trem continuam te atacando. Espera atacar, desvia dele, soca, desvia dos robôs/canhões/bombas, repete etc.

Quarta fase, cavernas. Lembra a base subterrânea mas mais chata graças a uns lasers bem pregos e muitos, mas muitos, robôs. O chefe é um monstro Assilem, "um personagem desagradável que atira kriptonita" segundo o manual. Nunca vi mais gordo e cheguei a procurar na net a respeito, sem sucesso algum. Até que saquei que é o nome "Melissa" ao contrário... Possivelmente, o responsável pela tradução mandou um recadinho nada discreto e delicado para alguma ex-namorada/esposa :lol: Mesmo esquema para matar, o super-soco cai bem demais aqui.

Quinta e última fase, nave do Brainiac. A maior concentração de robôs por metro quadrado, mas mais do mesmo. O chefe final, o próprio dono do lugar, não foge muito dos anteriores, só é mais ofensivo por tentar de atropelar de vez em quando (até ele sabe que o dano por contato é mais do que tiros e bombas). O que realmente pega aqui é a praga dos teleportadores, talvez uma das ideias mais imbecis já colocadas em um videogame. Em dois pontos da fase, você derrota um inimigo e dá de cara com uma tela desligada. num beco sem saída. Daí, aparecem três mísseis girando ao redor da mesma - pense na arma do Wood Man em Mega Man 2 - e de repente pisca um dos Brainiacs mais feios que já vi nela por alguns segundos. E agora? Você não consegue permanecer dentro do círculo de mísseis sem tomar dano, então não pode esperar lá. Você precisa encostar na tela quando o Brainy aparecer, mas graças aos controles porcos e aos slowdowns - tinha esquecido de falar deles - periga você bater em um dos mísseis e não conseguir passar, ou então tomar dano, demorar um segundo a mais para entrar no círculo e o inimigo já ter desaparecido. Ficar planando dentro é uma tarefa fácil. Eu consegui um par de vezes passar sem tomar dano, mas levei mais de um game over ali por estar com a energia baixa - inclusive, na vez em que zerei, eu morri DEPOIS DE MATAR O BRAINIAC porque alguém teve a brilhante ideia de colocar um teleporte desse estilo após a derrota dele! :roll: Sorte que ainda tinha um continue, senão tinha largado essa praga de lado.

É uma pena esse cara ser um jogo ruim. Ele até parece prometer quando você só o vê, os gráficos não comprometem (são bem ajustados ao Master, lembram Shinobi e Spider-Man, prováveis inspirações para ele) e a música é interessante, boa de ouvir e usa bem as possibilidades do console. Pena que com o tempo você acaba se distraindo dela porque está passando raiva com o jogo... Sugestão? No lugar deste, vá encarar o Superman do Atari - que a exemplo dos sempre cruficicados E.T. e Raiders of the Lost Ark exige certo aprendizado e paciência para ser aproveitado como deve - até terminá-lo, de preferência com um guiazinho esperto do lado. Vai ser uma experiência muito mais enriquecedora do que jogar este desserviço aqui :|
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Re: #todosossucessosdomaster - zeraremos tudo em 2016/2017?

Mensagem por Odin » Ter Dez 12, 2017 8:47 pm

Eu amo Superman 64... :cry:
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Re: #todosossucessosdomaster - zeraremos tudo em 2016/2017?

Mensagem por Melanogaster » Ter Dez 12, 2017 9:24 pm

Corredor X escreveu:
Ter Dez 12, 2017 8:08 pm
Superman The Man of Steel
Sei que vou acabar soando repetitivo nessa reta final, mas esse é horroroso. Acho completamente improvável que um jogo desses tenha passado por um beta testing mais amplo do que 2 irmãos e 3 primos, garantindo que suas opiniões fossem prontamente descartadas.
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Re: #todosossucessosdomaster - zeraremos tudo em 2016/2017?

Mensagem por Corredor X » Ter Dez 12, 2017 9:56 pm

Melanogaster escreveu:
Ter Dez 12, 2017 9:24 pm
Sei que vou acabar soando repetitivo nessa reta final, mas esse é horroroso. Acho completamente improvável que um jogo desses tenha passado por um beta testing mais amplo do que 2 irmãos e 3 primos, garantindo que suas opiniões fossem prontamente descartadas.
Acho que nem isso, viu? As criancinhas teriam chorado, o programador ficaria com pena e colocaria pelo menos mais umas vidas. Ele beira o injogável mesmo, o que é uma pena. Ele tinha potencial para ser muito melhor... :|
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Re: #todosossucessosdomaster - zeraremos tudo em 2016/2017?

Mensagem por dwerneck » Qua Dez 13, 2017 8:43 am

Olá pessoal.

Sobre os jogos de pistola, seria possível reprogramar jogos como Dead Angle, Dynamite Dux, Poseidon Wars 3D e Double Hawk para utilizarem a pistola ao invés do controle? Sei que fizeram uma versão 2D do Blade Eagle. Talvez seja possível reprogramar esses jogos. Ficariam ainda melhores.
O Master possui um jogo de pistola de 4 MEGA, o Space Gun. Mas não foi lançado por aqui. No Laser Ghost a pistola também pode ser utilizada.
Quanto às perguntas para a TT, alguém já reparou que nas caixas dos jogos Zillion e Maze Hunter 3D consta que eles possuem 2 MEGA, mas na realidade eles possuem 1 MEGA. Pelo menos é o tamanho real da ROM. O mesmo acontece com o Spy Vs Spy. Na caixa consta 1 MEGA mas o tamanho da ROM é 256 Kbits.

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Re: #todosossucessosdomaster - zeraremos tudo em 2016/2017?

Mensagem por overday » Qui Dez 14, 2017 12:54 pm

Falta pouco hein galera a:oa
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Re: #todosossucessosdomaster - zeraremos tudo em 2016/2017?

Mensagem por Corredor X » Qui Dez 14, 2017 2:28 pm

dwerneck escreveu:
Qua Dez 13, 2017 8:43 am
Sobre os jogos de pistola, seria possível reprogramar jogos como Dead Angle, Dynamite Dux, Poseidon Wars 3D e Double Hawk para utilizarem a pistola ao invés do controle? Sei que fizeram uma versão 2D do Blade Eagle. Talvez seja possível reprogramar esses jogos. Ficariam ainda melhores.
Eu já vi essa pergunta rolando internet afora em fóruns, mas nunca uma resposta para ela :| Eu imagino que seja possível sim, dada a natureza "controle ou pistola" de alguns jogos, não deve ser teoricamente difícil permitir isso.
O Master possui um jogo de pistola de 4 MEGA, o Space Gun. Mas não foi lançado por aqui. No Laser Ghost a pistola também pode ser utilizada.
Quanto às perguntas para a TT, alguém já reparou que nas caixas dos jogos Zillion e Maze Hunter 3D consta que eles possuem 2 MEGA, mas na realidade eles possuem 1 MEGA. Pelo menos é o tamanho real da ROM. O mesmo acontece com o Spy Vs Spy. Na caixa consta 1 MEGA mas o tamanho da ROM é 256 Kbits.
Laser Ghost é uma pérola perdida na biblioteca do Master, pena que ele não foi lançado por aqui e nem é tão conhecido. Quanto ao tamanho das ROMs, muito provável ser erro da TT ao fazer a caixa brasileira - tanto que a versão de Mark III de Zillion indica 1M e as outras mundo afora são todas The Mega Cartridge. Não seria a primeira vez, faltou uma revisão mais apurada em muita coisa deles :lol:
overday escreveu:
Qui Dez 14, 2017 12:54 pm
Falta pouco hein galera a:oa
Pouquíssimo! Animou de encarar o Ultima? :mrgreen:
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Re: #todosossucessosdomaster - zeraremos tudo em 2016/2017?

Mensagem por Melanogaster » Sex Dez 15, 2017 3:14 am

The Simpsons - Bart vs. The World


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Contexto: no controle de um ludibriado Bart Simpson, que pensava curtir uma caça ao tesouro de Krusty ao redor do mundo como prêmio por vencer um concurso de desenho, sobreviva às armadilhas do Sr. Burns e acabe com seus bizarros parentes antes de conseguir voltar para casa.

Jogabilidade: regular. O jogo é um platformer de controles pouco intuitivos, onde o Botão 1 atira bombinhas de São João, o Botão 2 pula, Direcional + Botão 2 pressionado corre na direção desejada e os Botões 1+2 realizam um "super" pulo. A física dos saltos possui um componente de aceleração variável e, logo, requer algum tempo para se acostumar. Para saltar e atirar, combinação muito demandada ao longo do jogo, Bart demonstra a precisão de um coala manuseando um arco e flecha, incorrendo em vidas e tempo desperdiçados. Ocasionalmente, algumas estruturas podem ser escaladas com o Botão Direcional no melhor estilo Peter Parker. Ao coletar o item da capa, Bart vira Bartman por alguns instantes, durante os quais é possível voar mantendo-se pressionado o Botão 2.

Para zerar o jogo, é necessário passar por quatro mapas representando diferentes localidades do mundo (China, Pólo Norte, Egito e Hollywood). Cada um contém duas fases obrigatórias normais/de plataforma, além do confronto com o chefe local, e outras fases opcionais de bônus, geralmente oferecendo Krustys como recompensa caso sejam completadas com sucesso. Krustys são itens colecionáveis durante as fases normais, representados pela cabeça do palhaço Krusty. A cada 15 coletados, ganha-se uma nova vida ao final de uma fase. Outros personagens aparecem brevemente no decorrer do jogo para ajudar Bart a coletar "raros e valiosos objetos de arte", identificados de forma geral por "Super Krustys". Estes concedem muitos pontos -- ainda que inúteis, dado que não incorrem em vidas extras e não são exibidos em lugar algum após a penúltima fase.

Som: regular. A trilha é composta de apenas duas músicas, sendo a principal um irritante loop de parcos 6 segundos, que tocam em absolutamente todas as telas -- seja fase normal, bônus, mapa ou contagem de pontos. Os efeitos sonoros não são brilhantes mas não comprometem.

Gráficos: bons. As fases têm cenários bem desenhados e os sprites dos bonecos de todos os Simpsons são bem representativos, com vários frames de animação para o Bart. Slowdowns não são incomuns, entretanto.

Overall: regular. Não seria surpreendente caso considerasse este um jogo ruim, levando-se em conta seu gameplay e level design desengonçados. Contudo, a nostalgia entra em cena, e as lembranças de alugar este jogo quando todos os outros bons já haviam saído para o final de semana faz-me amenizar seu parecer. Não é exatamente um jogo difícil, mas requer alguns replays para se memorizar as várias pequenas armadilhas distribuídas ao longo das fases. Os chefes são consideravelmente tranquilos, não exigindo nada além do óbvio para se derrotá-los. Pular e atirar realmente pode se configurar um problema, em função do timing; a saída é treinar e se conformar, infelizmente. Vale a pena uma visita rápida ao menos para conhecê-lo, eu diria; no geral, contudo, não há tanto o que argumentar a seu favor.
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Re: #todosossucessosdomaster - zeraremos tudo em 2016/2017?

Mensagem por Corredor X » Sex Dez 15, 2017 8:20 am

Muito bom, Melanô :mrgreen: Este eu nunca terminei, nem a versão NES - destino também compartilhado pelo primeiro jogo. Ele tem o mérito de ser o último cartucho que joguei no meu primeiro Master antes de vendê-lo, aliás.

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Re: #todosossucessosdomaster - zeraremos tudo em 2016/2017?

Mensagem por Odin » Sex Dez 15, 2017 9:01 am

Meu primeiro Master, que era um III e comprei em 2000 por 15 reais, veio com esse jogo e mais um World Games, mas na época eu não tinha um controle e levei alguns dias até conseguir um com um vizinho, ai pude jogar ele, mas na época acho que mal conseguia passar da primeira fase, a primeira, que ele andava de skate era bem difícil :lol:

Não esqueço até hoje daquele cartucho, era um do label azul e tinha um quebrado na frente, ai um ano depois emprestei ele para um cara com mais alguns jogos, e ele me emprestou outros e nunca mais vi ele, pelo menos fiquei com outros jogos no lugar, mas perdi alguns jogos que não teria negociado, inclusive esse :D
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Re: #todosossucessosdomaster - zeraremos tudo em 2016/2017?

Mensagem por overday » Sex Dez 15, 2017 12:43 pm

Faltam 22, quase lá.

Pra ajudar a terminar logo até pensei em jogar alguma coisa no emulador mesmo, baixei o Andre e é injogavel, baixei o Sega Golf e pqp que jogo esquisito, eu até gosto de golfe mas esse jogo não ajuda em nada (normalmente jogos de golfe colocam como padrão o taco certo para a distância que falta, dão uma previsão da trajetória da bola, esse jogo não tem nada disso, tem que fazer tudo as cegas), complicado...
Editado pela última vez por overday em Qui Dez 21, 2017 12:36 am, em um total de 1 vez.
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